Rui Borges, treinador do Sporting, falou sobre o importante jogo com a Juventus, que terá lugar na 5.ª jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões. O Sporting ainda não venceu em Itália, mas Borges mantém a confiança na sua equipa. “Acredito sempre. A nossa equipa técnica acredita muito, independentemente do desafio. Há um ditado que diz: ‘se fosse fácil, era para outro’. Estou muito motivado e feliz por defrontar uma grande equipa na melhor competição da Europa”, afirmou.
O treinador destacou o crescimento da sua equipa e a qualidade do jogo que têm demonstrado. “Acredito que vamos estar super motivados. O nosso objetivo é desfrutar do jogo e usar isso como motivação para o futuro”, acrescentou. Borges também comentou sobre o elogio de Luciano Spalletti a Hjulmand, afirmando que “é um grande jogador” e que o Sporting tem vários atletas com qualidade.
Em relação ao apoio do presidente Frederico Varandas, Rui Borges disse: “Estou muito feliz no Sporting e o meu futuro passa por aqui. Espero que seja por muitos anos”. O treinador também se referiu à titularidade de Ioannidis, brincando sobre a relação entre as conferências de imprensa e as escolhas de jogadores. “Não sou eu que escolho, é a comunicação”, disse.
Borges abordou ainda a motivação da equipa, sublinhando que o facto de nunca terem vencido em Itália pode ser um fator que os impulsiona. “Vamos defrontar uma grande equipa, que ainda não perdeu em casa esta época. Não se trata de vingança, mas sim de mostrar a grandeza do Sporting”, afirmou.
O treinador admitiu que ainda tem dúvidas sobre o onze inicial, revelando que as decisões são tomadas pouco antes do jogo. “Todos têm de estar preparados. A defesa pode melhorar, e temos crescido nesse aspeto. Nos últimos jogos, os golos que sofremos foram em transições, algo que precisamos de corrigir”, explicou.
Por fim, Rui Borges falou sobre o seu sonho de treinar o Sporting e a possibilidade de um futuro na Premier League. “O que me trouxe até aqui nunca foi a parte financeira. O meu sonho é ser campeão nacional e, se ficar aqui 10 anos, serei o treinador mais feliz do mundo”, concluiu.
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Fonte: Sapo Desporto