A relação da FIFA com países e políticos que adotam regimes totalitários levanta questões sobre a integridade da organização. Quando a FIFA decide partilhar a gestão do seu tesouro mais valioso, que é o futebol, com estas entidades, os resultados podem ser preocupantes.
A FIFA, que tem a responsabilidade de promover o futebol a nível global, enfrenta críticas por sua aproximação a regimes que não respeitam os direitos humanos. Esta situação é vista por muitos como uma forma de legitimar práticas questionáveis e de desviar a atenção dos problemas sociais e políticos que ocorrem nesses países.
A escolha de parceiros e locais para eventos desportivos é um tema sensível. A FIFA tem sido acusada de priorizar interesses financeiros em detrimento de valores éticos. A organização precisa refletir sobre o impacto que essas decisões têm na sua imagem e na credibilidade do futebol.
A questão não é apenas sobre a organização de torneios, mas também sobre a mensagem que se transmite ao apoiar regimes que não respeitam os direitos fundamentais. A FIFA deve considerar se o seu papel como entidade reguladora do futebol está a ser comprometido por estas alianças.
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Fonte: ZeroZero