Questões da Women’s Super League em 2026

A Women’s Super League (WSL) está prestes a retomar a competição após a pausa de inverno, com jogos decisivos agendados para este fim de semana. A temporada entra numa fase crítica, e várias questões emergem sobre o futuro da liga em 2026.

Uma das principais interrogações é se o Manchester City conseguirá quebrar o domínio do Chelsea. Com uma vantagem de seis pontos, após dez vitórias em 11 jogos, a equipa orientada por Andréa Jeglertz apresenta-se como uma forte candidata a interromper a hegemonia das Blues. O City tem demonstrado um ataque poderoso, marcando 32 golos, o que equivale a uma média de quase três por jogo. A avançada Bunny Shaw destaca-se, já tendo apontado 12 golos nesta temporada, igualando o total que ela e Alessia Russo conseguiram na época anterior. O recorde de 22 golos numa temporada da WSL, atualmente detido por Rachel Daly e Vivianne Miedema, poderá ser superado se Shaw mantiver este ritmo.

No entanto, a questão que se coloca é se o City conseguirá manter esta forma ao longo da temporada e se lesões poderão afetar o seu desempenho. Por outro lado, o Chelsea, sob a liderança de Sonia Bompastor, sabe que precisa de um final de temporada quase perfeito para conquistar o seu sétimo título consecutivo. Apesar do talento da equipa, já perderam pontos em quatro dos seus 11 jogos.

Outra questão que se levanta é se o Tottenham poderá surpreender Arsenal e Manchester United. Martin Ho tem feito um trabalho notável no Tottenham, que terminou a última temporada em 11º lugar. Com quatro novas jogadoras a reforçarem o plantel, a equipa está apenas a um ponto do Manchester United e a dois do Arsenal, lutando por um lugar na Liga dos Campeões. O Arsenal, por sua vez, está numa série de seis vitórias consecutivas e procura manter a boa forma.

Além disso, a mudança de treinador nas London City Lionesses, com a saída de Jocelyn Prêcheur e a entrada de Eder Maestre, levanta questões sobre a capacidade da equipa para melhorar. Maestre, embora tenha um histórico impressionante no CD Tenerife, terá de se adaptar rapidamente à exigente WSL.

Por fim, a luta pela permanência na liga também é um tema relevante, com o Liverpool a ocupar a última posição da tabela. Apesar de ainda não ter vencido nenhum jogo, a equipa de Gareth Taylor está apenas a dois pontos do West Ham e sabe que, mesmo que termine em último, poderá ter uma nova oportunidade de se manter na primeira divisão.

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Fonte: ZeroZero

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