Presidente do Eyüpspor e sete árbitros em prisão preventiva na Turquia

O presidente do Eyüpspor, Murat Özkaya, e sete árbitros foram colocados em prisão preventiva após uma decisão de um tribunal em Istambul. A acusação centra-se na influência que estes indivíduos terão exercido sobre os resultados de competições desportivas. Murat Özkaya, que liderou a ascensão do Eyüpspor da terceira à primeira divisão turca, é uma figura central neste caso. Durante a sua gestão, o clube, que representa o distrito de Eyüpsultan, subiu da terceira para a segunda divisão e, em 2024, alcançou a elite do futebol turco.

A imprensa turca reporta que os árbitros detidos podem ter afetado diretamente os resultados dos jogos que apitaram. Este é considerado o maior escândalo de apostas na história do futebol profissional turco, afetando 149 árbitros e mais de 40 delegados de jogo, que se viram obrigados a demitir-se. A investigação, conduzida pela Federação Turca de Futebol, levou o Ministério Público a solicitar a prisão preventiva de 17 árbitros e um jornalista desportivo. Outros 11 indivíduos foram libertados, mas permanecem sob investigação.

Este escândalo resultou na suspensão de 149 árbitros, com penas que variam entre oito a 12 meses. Caso se prove que os árbitros apostaram em jogos que dirigiram, as sanções poderão ser ainda mais severas. No total, 571 árbitros de ligas profissionais estão a ser investigados, incluindo 371 que atuam em plataformas e 152 que estão ativos. Entre os árbitros sob investigação, 22 apitam na Primeira Divisão, incluindo sete árbitros principais e 15 assistentes. O relatório revela que 42 árbitros realizaram apostas em mais de mil jogos cada um.

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Eyüpspor Eyüpspor Eyüpspor Nota: análise relacionada com Eyüpspor.

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Fonte: Sapo Desporto

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