A morte de uma figura emblemática do FC Porto continua a ser sentida, mesmo anos após a tragédia. O falecimento ocorreu a 4 de fevereiro de 1990, quando um acidente na A1 tirou a vida a um dos grandes ícones do clube. O filho do ex-jogador recorda com emoção a dor que ainda persiste na família. “Ainda dói”, afirmou, refletindo sobre a perda que marcou a história do FC Porto.
O acidente, que aconteceu perto da meia-noite, chocou não só os adeptos do clube, mas também o mundo do futebol em Portugal. A carreira do jogador foi repleta de conquistas e momentos memoráveis, deixando um legado que perdura até hoje. O seu impacto no FC Porto é inegável, e a sua memória é frequentemente relembrada por aqueles que o viram jogar.
O filho, ao falar sobre o pai, expressou a saudade e o orgulho que sente por ter tido um pai tão influente no desporto. “Ele sempre foi uma inspiração para mim e para muitos outros. A sua paixão pelo futebol e pelo FC Porto era contagiante”, disse. O luto familiar é um testemunho do amor e da admiração que ainda existe por esta figura marcante.
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A memória do jogador continua viva entre os adeptos, que frequentemente partilham histórias e recordações nas redes sociais. O FC Porto, como clube, também presta homenagem aos seus antigos jogadores, reconhecendo a importância que tiveram na construção da sua identidade.
A dor da perda é um sentimento que não se apaga com o tempo, e a família do ex-jogador continua a honrar a sua memória, mantendo viva a chama do seu legado no FC Porto.
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Fonte: ZeroZero