A seleção italiana de ténis fez história ao conquistar a Taça Davis pela terceira vez consecutiva, um feito que não se via desde 1971. Mesmo sem a presença de Jannik Sinner e Lorenzo Musetti, os italianos mostraram-se à altura do favoritismo atribuído antes da competição.
Na final, realizada em Bolonha, a Itália enfrentou a seleção de Espanha, que também não contou com o seu principal jogador, Carlos Alcaráz, devido a uma lesão. A equipa italiana resolveu a questão rapidamente, vencendo os dois encontros de singulares, o que tornou desnecessário o jogo de pares.
Matteo Berrettini, atualmente na 56.ª posição do ranking ATP, foi o primeiro a entrar em ação, derrotando Pablo Carreño-Busta, que ocupa o 89.º lugar do mundo, com parciais de 6-3 e 6-4. Em seguida, Flávio Cobolli, que está classificado em 22.º no ranking ATP, superou Jaume Munar, 36.º do mundo, num encontro emocionante que se estendeu por quase três horas, terminando com os parciais de 1-6, 7-6 (7-5) e 7-5.
Com esta vitória, a Itália torna-se a primeira nação a conquistar a Taça Davis três anos seguidos desde que foi alterado o sistema de apuramento para a final. Este triunfo reforça a posição da Itália como uma das potências do ténis mundial.
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Fonte: Sapo Desporto