O governo de Donald Trump não descarta a possibilidade de detenções de imigrantes durante o Mundial 2026. Andrew Giuliani, responsável pelo grupo de trabalho da Casa Branca para o evento, afirmou que o Presidente “não exclui nada que torne este país mais seguro”.
Na conferência de imprensa realizada em Washington, Giuliani enfatizou que não serão tolerados “tumultos que ameacem a segurança”. Ele também mencionou que a segurança e a hospitalidade podem coexistir durante o torneio, que irá decorrer em várias cidades dos Estados Unidos, Canadá e México.
Giuliani reiterou que todos os detentores de bilhetes para os jogos terão acesso às autoridades de imigração para tentar obter um visto. A Lusa reportou que os tempos de espera para vistos de países como Argentina, Equador e Brasil foram reduzidos, enquanto os cidadãos de países europeus e do Japão estão isentos de visto.
No que diz respeito a cidadãos do Haiti e do Irão, que enfrentam restrições de entrada nos Estados Unidos, Giuliani indicou que alguns membros das delegações foram autorizados a entrar devido a isenções. Contudo, a responsabilidade pela emissão de vistos para adeptos desses países recai sobre o Departamento de Estado.
A organização Human Rights Watch (HRW) expressou preocupações sobre a segurança dos estrangeiros durante o Mundial 2026, citando o caso de um homem detido pelo Serviço de Imigração e Alfândega durante o Mundial de Clubes em julho. A ONG alerta que a situação pode repetir-se durante o torneio, levantando questões sobre os direitos dos imigrantes.
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Mundial 2026 Mundial 2026 Nota: análise relacionada com Mundial 2026.
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Fonte: Sapo Desporto