Cristiano Ronaldo abordou a sua ausência no funeral de Diogo Jota, jogador da seleção portuguesa que faleceu em julho, durante uma entrevista ao jornalista inglês Piers Morgan. Jota e o irmão, André Silva, perderam a vida num trágico acidente de viação em Espanha.
Ronaldo recordou o momento em que soube da morte de Jota. “Estava a passar um momento de descanso com a Gio [Georgina Rodríguez]. Não acreditei nas mensagens que recebi. Chorei muito, e isso pode ser confirmado. Foi um momento difícil para o país, para a família e para todos os colegas. Todos ficaram devastados. Temos de aproveitar os momentos e não planear muito o futuro, pois tudo pode mudar num instante”, afirmou.
O avançado português descreveu Jota como “um rapaz calmo e um grande jogador”, destacando a tristeza que sentiu pela sua perda. “Tive a oportunidade de falar com a família para dar apoio. Temos de aproveitar a vida”, acrescentou.
Questionado sobre as críticas que recebeu pela sua ausência no funeral, Ronaldo respondeu: “As pessoas criticam-me muito, mas não me preocupo com isso. Quando tens a consciência tranquila, não tens de te preocupar com o que dizem. Desde que o meu pai morreu, nunca mais fui a um cemitério. Além disso, onde quer que eu vá, é sempre um circo. Não fui ao funeral porque a atenção viraria para mim, e eu não queria isso. Senti-me bem com a minha decisão. Não preciso de estar na primeira linha para que as pessoas vejam o que faço.”
Ronaldo sublinhou a importância de agir de forma discreta e solidária, sem a necessidade de reconhecimento público. “Faço o que faço atrás das câmaras, não preciso de estar em destaque”, concluiu.
Leia também: Acompanhe as últimas notícias sobre a seleção nacional e os jogadores em destaque.
Cristiano Ronaldo Cristiano Ronaldo Cristiano Ronaldo Cristiano Ronaldo Nota: análise relacionada com Cristiano Ronaldo.
Leia também: Título escreve-se com seis letras
Fonte: Sapo Desporto