O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) instaurou um processo disciplinar ao Benfica, além do que já havia sido aberto ao FC Porto. Esta ação surge na sequência do jogo entre o Benfica e o Gil Vicente, realizado a 26 de setembro. Até ao momento, não foram divulgados detalhes específicos sobre o processo, mas a partida ficou marcada pelas queixas do clube encarnado em relação à arbitragem.
Após o encontro, o Benfica emitiu um comunicado no qual questionou o Conselho de Arbitragem sobre a aparente dualidade de critérios na atuação dos árbitros em jogos distintos. No documento, o clube destacou que, no jogo anterior contra o Rio Ave, um golo seu foi anulado devido a uma falta considerada irrelevante. Em contraste, o primeiro golo do Gil Vicente foi precedido de uma entrada violenta sobre António Silva, que não foi sancionada.
O Benfica expressou a sua preocupação com a falta de consistência nas decisões dos árbitros, afirmando que “todas estas atuações que têm sido de um sistemático prejuízo para o Benfica não podem continuar impunes”. O clube desafia o Conselho de Arbitragem a uniformizar os critérios de arbitragem, de modo a garantir uma competição mais justa.
A situação levanta questões sobre a eficácia da arbitragem na Liga Portugal e a necessidade de uma revisão dos critérios utilizados pelos árbitros. Com a pressão crescente sobre as autoridades do futebol, será interessante observar como o Conselho de Arbitragem irá responder a estas queixas e quais serão as consequências para o Benfica.
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Fonte: Sapo Desporto