Bino antecipa final do Mundial Sub-17 contra a Áustria

Bino Maçães, selecionador nacional da equipa sub-17, abordou esta quarta-feira o desafio que a sua equipa enfrentará contra a Áustria, no Campeonato do Mundo da categoria. O técnico expressou a sua esperança de que a seleção consiga fazer história, após já ter conquistado o título europeu.

“Depois deste percurso, chegar ao final de um Campeonato do Mundo, depois de já termos sido campeões da Europa, é um privilégio para todos nós. Isso demonstra que temos representado bem o nosso país e queremos mais. Quando se chega a uma final, o único pensamento é vencer, cientes das dificuldades que um jogo deste nível implica. O nosso adversário é muito difícil, bem organizado e treinado, e certamente nos criará muitas dificuldades. Esperamos um grande jogo de futebol e, no final, desejamos ser felizes”, afirmou Bino.

Em relação à Áustria, o selecionador sublinhou que a equipa adversária também chegou à final por mérito próprio, destacando que ambas as seleções foram das melhores até este momento. “Não valorizo muito os golos ou os melhores marcadores. Estamos confiantes, independentemente de quem jogue ou marque. O que queremos é ser nós próprios nesta final e fazer um grande jogo, pois estas oportunidades surgem uma vez na vida e devem ser aproveitadas”, acrescentou.

Sobre o cansaço da equipa, Bino reconheceu os desafios físicos que a seleção enfrenta. “É difícil, pois já disputámos nove jogos e, eventualmente, teremos cinco jogos em 15 dias. Temos apenas 18 jogadores de campo e três guarda-redes, por isso todos estão muito cansados. Mas é normal. Faremos um grande esforço, porque num Campeonato do Mundo, com equipas tão fortes, não podemos facilitar. O tempo para descansar e treinar é quase inexistente. O foco é recuperar”, explicou.

Bino também comentou sobre o percurso da seleção, que está junta há dois anos, desde os sub-16. “É sempre complicado liderar jogadores que estão a iniciar um processo, a entender as regras e a disciplina que se exige numa seleção nacional. A partir dos sub-17, a equipa ganhou maturidade e consciência, o que nos permitiu estar mais focados no que realmente importa. Esperamos trazer um troféu deste Mundial, pois é uma caminhada histórica para a nossa seleção. Ser campeões da Europa e poder ser campeões do Mundo seria algo muito bonito e merecido para esta geração”, concluiu.

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Fonte: Sapo Desporto

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