Após a derrota frente à Croácia, que não impediu a qualificação de Gana para os oitavos de final do Mundial, Carlos Queiroz abordou o novo formato da competição. O treinador português manifestou a sua insatisfação com a decisão de expandir o torneio para 48 seleções, afirmando que isso altera a essência do futebol.
Queiroz referiu que, com este novo modelo, o foco parece estar mais na monetização do que na qualidade do jogo. “Agora não é futebol, é moneyball”, afirmou, sublinhando que a mudança pode comprometer a competitividade e o valor desportivo do torneio. O técnico acredita que a inclusão de mais equipas pode diluir a qualidade das partidas e a experiência dos adeptos.
A crítica de Queiroz surge num momento em que o futebol mundial está a passar por transformações significativas, com a introdução de novas competições e formatos. O treinador, que já teve passagens por várias seleções e clubes, defende que o Mundial deve manter a sua tradição e a sua essência, focando-se na qualidade e na história das equipas participantes.
Gana, apesar da derrota, conseguiu avançar na competição, o que demonstra a resiliência da equipa. Contudo, a discussão sobre o futuro do Mundial e as suas implicações para o futebol continua a ser um tema quente entre os especialistas e amantes do desporto.
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Mundial Nota: análise relacionada com Mundial.
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Fonte: ZeroZero