A proposta de Arsène Wenger, antiga figura de destaque no Arsenal e atual responsável pelo desenvolvimento global do futebol na FIFA, foi rejeitada na recente reunião do International Football Association Board (IFAB). A ideia, conhecida como “lei Wenger”, visava alterar as regras do fora de jogo, mas não obteve o apoio necessário para ser implementada.
Durante a reunião, a IFAB discutiu outras questões relevantes para o futebol, incluindo a utilização do VAR (Video Assistant Referee) em lances de canto. A proposta sugere que o VAR deve ser utilizado para corrigir erros em situações de bola parada, algo que poderá impactar significativamente a forma como os jogos são arbitrados.
A rejeição da “lei Wenger” reflete a complexidade das alterações nas regras do futebol, que requerem um consenso amplo entre as federações. Wenger, que tem defendido a sua proposta como uma forma de tornar o jogo mais fluido e menos interrompido por decisões de fora de jogo, viu a sua ideia ser afastada, mas continua a ser uma voz influente nas discussões sobre o futuro do futebol.
A IFAB, que é responsável pela definição das regras do jogo, continua a explorar formas de melhorar a experiência do espectador e a justiça nas decisões de arbitragem. A introdução do VAR já trouxe mudanças significativas, mas a sua aplicação ainda gera debates entre jogadores, treinadores e adeptos.
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fora de jogo fora de jogo fora de jogo Nota: análise relacionada com fora de jogo.
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Fonte: ZeroZero