Vitinha acredita que Portugal pode ser campeão do Mundo em 2026

Vitinha, médio do Paris Saint-Germain (PSG), concedeu uma entrevista ao jornal espanhol ‘Marca’, onde falou sobre a sua evolução na carreira, a sua experiência no PSG e a seleção nacional. Recentemente, o jogador foi distinguido como Melhor Médio de 2025 na 16.ª edição da Gala Globe Soccer, realizada em Dubai. Durante a época, Vitinha conquistou seis dos sete títulos em disputa com o PSG e também ajudou Portugal a vencer a Liga das Nações.

Questionado sobre as possibilidades de Portugal se sagrar campeão do Mundo em 2026, Vitinha afirmou: “Claro! Portugal tem uma seleção muito boa e somos um dos candidatos, embora existam outras seleções muito fortes entre os aspirantes.” O jogador sublinhou a importância de manter o foco e a mentalidade que levaram à conquista de títulos anteriores.

Os objetivos de Vitinha para a atual temporada são claros: “Tentar ganhar tudo outra vez com o PSG, continuar a crescer e a melhorar todos os dias. E tentar ganhar o Mundial. Na seleção, os meus colegas também se sentem capazes de repetir uma época tão inesquecível como esta.” Ele reconhece que, embora o caminho seja difícil, a equipa está determinada a trabalhar arduamente para alcançar o sucesso.

Sobre a sua época no PSG, Vitinha comentou: “Podemos dizer que não conseguimos vencer o Mundial de Clubes. Mas estivemos lá no momento decisivo, depois de um grande torneio, e perdemos por pouco.” Apesar da desilusão, o jogador considera 2025 um ano quase perfeito e expressa a sua satisfação pelo desempenho da equipa.

Vitinha também refutou a ideia de que algum jogador seja imprescindível na equipa: “Não há ninguém imprescindível no PSG, somos uma equipa. Já mostrámos que continuamos a ser competitivos mesmo com muitas ausências.” Para ele, todos os jogadores têm um papel importante na dinâmica da equipa.

Refletindo sobre a sua afirmação no futebol, Vitinha disse: “2025 foi o ano da minha verdadeira afirmação e quando senti o reconhecimento de todos.” Ele destacou que, apesar de já ter tido bons momentos em épocas anteriores, foi este ano que lhe trouxe maior visibilidade.

Quando questionado sobre o que mais gosta de fazer em campo, Vitinha respondeu: “Gosto muito de ter a bola e de sentir que o jogo passa por mim.” Ele procura gerir o ritmo do jogo, sabendo quando acelerar ou fazer uma pausa. Embora marcar golos seja especial, ele prefere o papel de maestro no meio-campo.

Por fim, Vitinha revelou as suas inspirações: “O que mais me inspirou foi Iniesta, o Andrés foi sempre a minha grande referência. E depois, claro, Luka Modric.” O jogador português continua a trabalhar para se afirmar cada vez mais no futebol europeu.

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Fonte: Sapo Desporto

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